Liga Europa: Werder Bremen vence fora de portas e assume favoritismo no grupo L
O Nacional perdeu, esta noite em casa, com os alemães do Werder Bremen por 3-2, em encontro da 1ª Jornada do Grupo L da Liga Europa, disputado no Estádio da Madeira.
Apesar de ser bastante mais fraca que a formação alemã, a equipa portuguesa vendeu cara a derrota, conseguindo até recuperar de 0-2 para 2-2 em apenas 20 minutos.
Crónica do Jogo:
Depois de uma longa fase de estudo mutuo, o Werder Bremen começou a tomar conta do jogo e a criar muitas jogadas perigosas.
Ainda assim, os avançados madeirenses (Edgar Silva e Pecnik) tentavam sempre a sua sorte, assim que viam um pequeno buraco na forte e compacta defesa alemã.
Aos 30 minutos, Edgar Silva tem uma excelente oportunidade mas não consegue cabecear a bola, desperdiçando assim um raro lance de perigo por parte da formação madeirense.
Este falhanço parece ter abalado a equipa portuguesa, pois a partir daí os "alvi e negros" começaram a fizer autênticos disparates, sendo o maior uma falta desnecessária de Luís Alberto sobre Pizarro em plena grande área. o árbitro assinala (e bem) grande penalidade, e na cobrança do castigo máximo Frings não falha e festeja o primeiro golo da noite.
Ao intervalo, o Nacional perdia por 1-0, resultado que se pode considerar injusto, pois os madeirenses fizeram de tudo para irem descansar com, pelo menos, um empate no bolso.
Se a primeira parte já tinha sido boa, a segunda foi espectacular, começando logo com um remate perigoso de Claudio Pizzarro.
Aos 55 minutos, o peruano fez o 2-0 e todos os adeptos do Nacional pensaram que já não havia nada a fazer, mas o técnico Manuel Machado ainda tinha dois coelhos na cartola: uma táctica completamente diferente e o avançado Amuneke.
Com estas alterações, a equipa portuguesa passou a jogar mais concentrada e, foi sem surpresa, que chegou ao seu primeiro golo, marcado pelo brasileiro Felipe Lopes, num lance de bola parada.
O tento animou as hostes nacionalistas, que passaram a atacar a baliza alemã de todas as maneiras e feitios.
Porém, só de bola parada é que o Nacional criava perigo, e foi precisamente numa jogada desse tipo que chegou ao empate por intermédio de Halliche.
A 4 minutos do fim, acontece o "balde de água gelada" no Estádio da Madeira, quando Pizzarro fez uso de toda a sua técnica e experiência para marcar o golo da vitória da equipa alemã, num belo remate colocadíssimo.
Após o apito final do norueguês Svein Moen os adeptos portugueses estavam visivelmente tristes, pensando que esta poderia ter sido mais uma noite de glória para o desporto madeirense, em particular, e para o desporto português, no geral.
Ficha do Jogo:
Estádio: Madeira, na Choupana
Árbitro: Svein Oddvar Moen (Noruega)
NACIONAL - Bracali; João Aurélio, Felipe Lopes, Halliche e Welington; Cléber, Leandro Salino, Luís Alberto e Ruben Micael; Edgar Silva e Pecnik
Jogaram Ainda: Tomasevic, Mateus e Anuneke
Suplentes não utilizados: Douglas, Clebão, Edgar Costa e Anselmo
Treinador: Manuel Machado
WERDER BREMEN - Wiese; Fritz, Mertesacker, Naldo e Boenisch; Marin, Bargfrede, Frings, Tim Borowski; Cláudio Pizarro e Hunt
Suplentes não utilizados : Pasanen, Ozil, Rosenberg e Moreno
Treinador: Thomas Schaaf
Jornalista: João Miguel Pereira
Apesar de ser bastante mais fraca que a formação alemã, a equipa portuguesa vendeu cara a derrota, conseguindo até recuperar de 0-2 para 2-2 em apenas 20 minutos.Crónica do Jogo:
Depois de uma longa fase de estudo mutuo, o Werder Bremen começou a tomar conta do jogo e a criar muitas jogadas perigosas.
Ainda assim, os avançados madeirenses (Edgar Silva e Pecnik) tentavam sempre a sua sorte, assim que viam um pequeno buraco na forte e compacta defesa alemã.
Aos 30 minutos, Edgar Silva tem uma excelente oportunidade mas não consegue cabecear a bola, desperdiçando assim um raro lance de perigo por parte da formação madeirense.
Este falhanço parece ter abalado a equipa portuguesa, pois a partir daí os "alvi e negros" começaram a fizer autênticos disparates, sendo o maior uma falta desnecessária de Luís Alberto sobre Pizarro em plena grande área. o árbitro assinala (e bem) grande penalidade, e na cobrança do castigo máximo Frings não falha e festeja o primeiro golo da noite.
Ao intervalo, o Nacional perdia por 1-0, resultado que se pode considerar injusto, pois os madeirenses fizeram de tudo para irem descansar com, pelo menos, um empate no bolso.
Se a primeira parte já tinha sido boa, a segunda foi espectacular, começando logo com um remate perigoso de Claudio Pizzarro.
Aos 55 minutos, o peruano fez o 2-0 e todos os adeptos do Nacional pensaram que já não havia nada a fazer, mas o técnico Manuel Machado ainda tinha dois coelhos na cartola: uma táctica completamente diferente e o avançado Amuneke.
Com estas alterações, a equipa portuguesa passou a jogar mais concentrada e, foi sem surpresa, que chegou ao seu primeiro golo, marcado pelo brasileiro Felipe Lopes, num lance de bola parada.
O tento animou as hostes nacionalistas, que passaram a atacar a baliza alemã de todas as maneiras e feitios.
Porém, só de bola parada é que o Nacional criava perigo, e foi precisamente numa jogada desse tipo que chegou ao empate por intermédio de Halliche.
A 4 minutos do fim, acontece o "balde de água gelada" no Estádio da Madeira, quando Pizzarro fez uso de toda a sua técnica e experiência para marcar o golo da vitória da equipa alemã, num belo remate colocadíssimo.
Após o apito final do norueguês Svein Moen os adeptos portugueses estavam visivelmente tristes, pensando que esta poderia ter sido mais uma noite de glória para o desporto madeirense, em particular, e para o desporto português, no geral.
Ficha do Jogo:
Estádio: Madeira, na Choupana
Árbitro: Svein Oddvar Moen (Noruega)
NACIONAL - Bracali; João Aurélio, Felipe Lopes, Halliche e Welington; Cléber, Leandro Salino, Luís Alberto e Ruben Micael; Edgar Silva e Pecnik
Jogaram Ainda: Tomasevic, Mateus e Anuneke
Suplentes não utilizados: Douglas, Clebão, Edgar Costa e Anselmo
Treinador: Manuel Machado
WERDER BREMEN - Wiese; Fritz, Mertesacker, Naldo e Boenisch; Marin, Bargfrede, Frings, Tim Borowski; Cláudio Pizarro e Hunt
Suplentes não utilizados : Pasanen, Ozil, Rosenberg e Moreno
Treinador: Thomas Schaaf
Jornalista: João Miguel Pereira


